carência afetiva

Carência afetiva dos filhos: como os pais podem lidar com isso?

A carência afetiva acontece quando uma criança não tem o carinho e amor necessário para o desenvolvimento. Entre as atitudes que levam os pequenos a sofrerem com a carência afetiva estão: abandono, frieza emocional, falta de carinho físico (abraço, colo, beijos), ausência etc. A partir disso, os filhos podem apresentar sintomas como transtornos de ansiedade, dificuldade para expressar os sentimentos, estresse infantil, fobias, medos, mudança abrupta de comportamento, entre outros. 

Quer descobrir como você pode lidar com a carência afetiva do seu filho? Então, não deixe de conferir todos os tópicos que elaboramos ao longo do artigo! Boa leitura!

Imponha certos limites

Impor certos limites é fundamental no processo da educação das crianças. Isso significa que é preciso limitar certos comportamentos, demonstrando para o seu filho o que é aceitável ou não. Essa ação é fundamental para que eles não ultrapassem as regras de uma boa convivência e se tornem adultos conscientes de suas atitudes.

Lembre-se: os limites que você vai impor para os seus filhos também são fundamentais para conseguir lidar com a carência afetiva dos pequenos. Mas, para que isso seja possível, não se esqueça que toda regra que for determinada para a criança deve vir acompanhada de explicação. Assim, ela conseguirá entender da melhor forma possível as orientações que você está transmitindo. Da mesma forma que compreenderá que ela não está sozinha e que você só quer ajudá-la.

Incentive a prática do autoconhecimento

Uma criança com carência afetiva costuma duvidar muito mais de si mesmo do que das outras pessoas. Contudo, quando você consegue incentivar a prática do autoconhecimento eles passam a entender melhor os sentimentos e suas reais necessidades. Assim, se algo estiver incomodando o seu filho, ele certamente vai falar para você sobre o que está acontecendo.

Por isso, é importante sempre conversar com os pequenos sobre os seus pensamentos e sentimentos para que eles entendam melhor sobre o que estão sentindo. Dessa forma, poderá adotar estratégias que ajudem o seu filho a se sentir mais acolhido e amado por seus familiares. 

Seja presente

Quando os pais estão presentes na vida dos filhos, é perceptível que eles conseguem se desenvolver emocionalmente de maneira mais saudável. Isso porque eles sabem que podem contar com os seus pais no dia a dia. Por isso, é fundamental dedicar um tempo da sua rotina para dar atenção às crianças, seja por meio de uma conversa, brincadeiras, orientações, entre outros.

A partir desse contato afetivo a criançada pode se sentir mais acolhida, além de conseguir melhorar a autoestima e o relacionamento social com os amigos e demais pessoas do seu convívio social. O que também ajuda a enfrentar os desafios que surgem ao longo de sua infância de forma mais leve, pois contarão com amor e compreensão das pessoas que fazem parte da sua vida.

Apresente atividades diferentes

Outra forma de lidar com a carência afetiva dos filhos é apresentar atividades diferentes para eles desempenharem. Essa ação, ajuda a promover uma sensação de pertencimento das crianças e também atua como uma forma deles fazerem descobertas sobre si mesmos.

Entre as ações que poderá adota, estão: passeio em família, tarefas educativas no ambiente familiar, sessão de cinema em casa etc. O importante é que você crie uma rotina com essas atividades semanalmente. Dessa forma, será mais fácil acalmar as crianças e fazer com que elas entendam que podem contar com o seu apoio.

Ajude seu filho a gostar da própria companhia

Sabemos que nem sempre é possível levar os pequenos para passear ou dar a devida atenção que eles merecem, seja pelo excesso de trabalho, por motivos de saúde, por precisar executar uma tarefa doméstica e assim por diante. Então, se você deseja evitar que a criança se sinta sozinha durante as brincadeiras e atividades diárias, é importante ajudá-la a gostar da própria companhia.

O ideal é que elas descubram como também é divertido e prazeroso executar algumas tarefas sozinhas, como escutar uma música infantil, brincar de pular corda, ler livros, assistir ao desenho animado preferido etc. A partir disso, conseguirá diminuir a carência afetiva que eles podem sentir no cotidiano. 

Ofereça bons estímulos

Por meio de bons estímulos os pequenos também podem se desenvolver melhor, com mais confiança e segurança durante a infância. Isso significa que eles precisam experimentar situações diferentes ao longo de sua jornada, com acertos e erros que os ajudem a melhorar a autoestima, tornando-os adultos mais confiantes e independentes. 

Na fase da infância, o adulto consegue moldar a criança conforme sua visão de mundo, para que assim eles possam seguir o exemplo dos pais. Mas caso os estímulos positivos não sejam colocados em prática, os filhos podem absorver uma rejeição mais profunda, o que acaba por prejudicar o desenvolvimento.

Por isso, para que seja possível o desenvolvimento feliz e sadio dos filhos, é importante que eles convivam com pessoas que sejam capazes de ouvir sua opinião e compreender suas dúvidas, sem esquecer que tudo isso deve ser feito com muito carinho e companheirismo, evitando assim a carência afetiva. 

Busque ajuda profissional

Quando uma criança tem carência afetiva evidente, é notado que o seu desenvolvimento emocional e físico tende a ser mais prejudicado. Nessa hora, é importante contar também com o apoio profissional do psicólogo e pedagogo escolar experiente que possam ajudar o pequeno a lidar com as emoções e a melhorar a autoestima. Esses profissionais conseguirão realizar uma orientação tanto para as crianças quanto para os pais, de forma que consiga ajudá-los a superar todos os problemas, o que contribui para uma convivência familiar mais saudável.

A carência afetiva pode trazer diversos impactos para a vida das crianças, entre eles: desconfiança, problemas de relacionamento social, insegurança, desânimo, baixo desempenho acadêmico, timidez excessiva, agressividade, comportamento inadequado etc. E, quando esses problemas não são tratados corretamente, eles também podem estar presentes no futuro da criança, prejudicando sua qualidade de vida e o seu relacionamento com as outras pessoas. 

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