Entrar em uma faculdade pública é um sonho de muitos jovens brasileiros. E esse desejo não surge à toa, já que o diploma de Ensino Superior pode abrir portas para um futuro promissor no mercado de trabalho. Pensando nisso, este post explica por que ter base escolar é um diferencial para ingressar nas melhores universidades do país.

Além disso, mostramos quais são as diferenças entre o ensino público e o privado, com o crescente número de cursos em instituições pagas em todas as regiões do Brasil. Por fim, você descobre como é o processo seletivo para uma faculdade pública e quais são as melhores instituições universitárias segundo o último ranking.

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Por que ter base escolar para ingressar em uma universidade?

O Ensino Superior é o passaporte de que o jovem precisa para obter uma formação em uma área específica do conhecimento e conquistar o emprego dos sonhos no mercado de trabalho, mas essa etapa requer uma preparação.

Para conquistar um diploma de nível superior, espera-se, então, que o estudante tenha uma base escolar sólida, uma vez que as disciplinas básicas trazem noções pertinentes sobre os fenômenos naturais e humanos.

O repertório de conhecimento conquistado nos ensinos básico e médio dão suporte para o universitário compreender as questões colocadas nas disciplinas da graduação. Elas aprofundam alguns temas vistos no currículo escolar e apresentam novas informações sobre o saber ligado à carreira escolhida após o vestibular.

Quais são as diferenças entre o ensino público e o privado?

Até o momento, você entendeu por que o aluno deve ter base escolar para conseguir êxito na carreira e na vida acadêmica. Como a educação superior se divide entre a rede pública e a privada, você sabe dizer a diferença entre essas duas modalidades?

Após o ensino secundário, o jovem pode ingressar em universidades, faculdades, escolas superiores e institutos politécnicos, que podem ser ofertados pelo poder público. Nesse caso, as instituições são federais, estaduais ou municipais e, em geral, não cobram taxa de mensalidade dos alunos, devido à norma constitucional.

As faculdades públicas garantem a estabilidade da carreira do professor, o que se reflete, também, na qualidade de ensino. Entre as vantagens de fazer graduação em um centro universitário gratuito está a reputação da instituição, a qual deve investir na formação acadêmica, na produção de pesquisas relevantes e na extensão universitária.

Já a rede particular de Ensino Superior pertence a pessoas jurídicas e pode ter fins lucrativos, a depender da instituição. Em todo caso, é cobrada taxa de mensalidade para matrícula nas disciplinas, podendo o aluno concorrer a bolsas de estudo, como a do Programa Universidade para Todos (ProUni), que democratiza o acesso ao Ensino Superior.

Faculdades privadas conseguem atender o número excedente de estudantes que as universidades públicas não absorvem. Por isso, uma diferença da rede particular é o nível de dificuldade do vestibular, o qual tende a ser mais fácil se comparado à prova dos centros universitários públicos.

Além disso, a rede particular está presente na maioria das cidades, ampliando a possibilidade de formação das pessoas em todas as regiões do país e ajustando-se à rotina de estudantes que trabalham em dois turnos, por exemplo, com cursos de graduação mais flexíveis.

O ingresso dos estudantes em instituições públicas e privadas é feito por meio de seleção. O modelo de vestibular varia de acordo com o centro universitário, mas geralmente cobra do aluno assuntos da matriz curricular do Ensino Médio. A prova pode, também, dar pesos distintos ao conhecimento de uma área específica, a depender do curso escolhido.

Como funciona o processo seletivo para uma faculdade pública?

As redes pública e privada de Ensino Superior têm diferenças, especialmente quanto à forma de seleção dos alunos. Por isso, a questão que fica é: como funciona o processo seletivo para uma faculdade gratuita?

Atualmente, o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) é a principal porta de entrada para o Ensino Superior no país, sendo adotado como método de seleção das universidades públicas brasileiras e um dos pré-requisitos para conseguir competir por bolsas de estudo do ProUni.

O Enem propõe 180 questões de múltipla escolha para os estudantes, sendo divididas nas áreas de Ciências Humanas e suas Tecnologias, Linguagens, Códigos e suas Tecnologias, Ciências da Natureza e suas Tecnologias e Matemática e suas Tecnologias, além de uma redação, que é a única parte subjetiva do teste.

A prova nacional é normalmente realiza em duas semanas, sempre aos domingos, tendo a primeira aplicação a duração de 5h30 enquanto o segundo exame decorre por 5 horas. Todos os estudantes do Ensino Médio podem se inscrever para o Enem, mas apenas os terceiranistas usam a nota obtida para ingressar em uma graduação da rede pública.

Quais são as principais universidades públicas do país?

No Brasil, as melhores universidades estão na rede pública, com destaque para instituições do Sudeste. De acordo com o último Ranking Universitário do jornal Folha de São Paulo, a Universidade de São Paulo, a Universidade Estadual de Campinas e a Universidade Federal do Rio de Janeiro ocupam as três primeiras posições.

A lista é seguida pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), a quarta melhor do país, e pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. A Universidade Federal de Viçosa, no interior do estado de Minas Gerais, também compõe o ranking das melhores do país e se destaca na 15ª posição.

O Colégio Arnaldo, destaque em educação na capital mineira, oferece amplo suporte para os estudantes conquistarem uma vaga em universidades públicas do país. Com dedicação, a equipe de professores da instituição reconhece que todos os alunos têm média suficiente para ingressar na UFMG e em outras faculdades nacionais de excelência.

Neste post, você entendeu quais são as diferenças entre a rede pública e privada de Ensino Superior e como funciona o acesso à faculdade gratuita no país, que tem alguns dos melhores centros universitários da América Latina.

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