vontade de estudar

Seu filho perdeu a vontade de estudar? Saiba como animá-lo!

O período de quarentena trouxe desafios para a rotina de todos. Para muitas crianças e jovens, a reclusão para evitar a disseminação da COVID-19 representou alguns impactos na trajetória de estudos. A boa notícia é que a desmotivação e falta de vontade de estudar podem ser combatidas com a adoção de hábitos saudáveis e simples à rotina.

Sabemos que otimizar o tempo livre não é tarefa fácil, principalmente quando estamos na juventude, momento em que muitas obrigações e decisões sobre o futuro parecem somente imposições da vida adulta. É tarefa dos pais e da escola mostrar que as coisas não são tão difíceis e que abraçar os compromissos é o caminho mais saudável para o equilíbrio emocional.

O período de isolamento social pode ser usado para criar hábitos mais proveitosos, principalmente em relação aos estudos. Por isso, separamos algumas dicas incríveis para ajudar os seus filhos a recuperar a vontade de estudar neste momento e se animar com as oportunidades do futuro. Confira!

Focar em objetivos claros

Quando traçamos objetivos na vida, todas as tarefas que fazemos no dia a dia parecem fazer parte da trajetória até o sucesso. Sabendo onde você quer chegar, fica mais fácil arranjar estratégias que devem ser colocadas me prática e entender como a sua rotina deve mudar.

Traçar objetivos claros é a primeira etapa de qualquer planejamento relacionado aos estudos, pode ser a aprovação no ano letivo, a conquista de uma vaga no concurso público, a entrada na faculdade ou a vaga de um estágio.

No período de isolamento social, focar em objetivos claros é muito importante por dois motivos. Primeiro, é natural que a reclusão aumente os episódios de angústias, ansiedade e a preocupação com o futuro. Estabelecer objetivos de vida nesse momento é se imaginar em outros lugares, obtendo novas experiências, conhecendo outras pessoas e planejando novas conquistas.

Segundo, os objetivos representam o passo inicial para otimizar o tempo livre. Com escolas, faculdades, lojas e clubes fechados, o tempo disponível parece aumentar bastante. Por que não usá-lo para criar hábitos positivos? Ao traçar objetivos, é possível cultivar pequenas atitudes no dia a dia que ajudem a alcançá-los.

Estabelecer uma rotina

Nos primeiros dias de isolamento social, parecia que não havia problema em dormir mais algumas horas ou tirar os dias para aproveitar alguns hobbies. No entanto, a ausência de tarefas diárias pode aumentar a ansiedade e as preocupações. Por isso, é muito importante manter uma rotina, mesmo no período de suspensão das aulas.

É importante que a rotina inclua períodos de estudos para que seja possível criar um ritmo e manter a motivação. Se o seu filho não tinha tempo de buscar algumas indicações dos professores em sala de aula, esse é o momento. Além disso, que tal sugerir algum livro? É um período em que o hábito de leitura pode ser construído.

A tecnologia pode ser uma grande aliada na criação de uma rotina de estudos. Tanto para celulares quanto para desktop, é muito fácil encontrar ferramentas para otimização do tempo (que utilizam, por exemplo, a técnica do Pomodoro) e organização dos estudos, sem falar das videoaulas do YouTube, blogs e sites.

Fazer pausas para descanso e lazer

Uma estratégia muito boa para manter a vontade de estudar é dedicar um tempo na rotina para descanso e lazer. Esses momentos funcionam como se fossem recompensas de todo o esforço. Quando somos estimulados a ter uma recompensa ao terminar um desafio, criamos um ciclo de esforço e recompensa indispensável para adotar um hábito.

As pausas entre uma matéria e outra nos estudos podem ser dedicadas para assistir séries ou se exercitar, por exemplo. É importante que a pausa aconteça sempre que as metas estipuladas sejam cumpridas completamente. Estimule os seus filhos a terem esse cuidado, pois isso evitará que eles se autossabotem.

Também os faça entender que grandes recompensas vêm depois de grandes esforços. Para ter um ou dois dias livres dos estudos, por exemplo, vale a pena se esforçar um pouco mais.

Adotar uma dieta saudável

É importante não deixar que o tempo em casa desequilibre a dieta dos jovens. É da alimentação que conseguimos retirar a disposição e vontade para estudar, já que essa é uma atividade que exige muita concentração. Comida com excesso de açúcar e gordura, por exemplo, aumenta a sensação de desconforto e dificultam os estudos.

Não se trata necessariamente de investir em regime ou de evitar salgadinhos, brigadeiros ou outras comidas. Na verdade, as melhores recomendações são evitar o excesso, não comer muito no período da noite e ter horários bem definidos para se alimentar. Dessa maneira, o corpo estará preparado para enfrentar longas baterias de estudos.

Estruturar um cronograma

Uma ferramenta que pode ajudar bastante a manter a vontade de estudar é um cronograma com metas, tarefas e dias bem organizados. É importante lembrar que o cronograma é uma estratégia muito pessoal, principalmente no período de quarentena.

Fica por conta do próprio estudante entender os momentos do dia nos quais está mais disposto a estudar, além das metas que pretende atingir. Por isso, se for buscar modelos na internet, a recomendação é procurá-los como ideias de inspiração para montar o próprio cronograma.

Manter o corpo em movimento

Em meio à rotina, vale a pena manter o corpo em atividade pelo menos durante alguns minutos, com alongamentos e exercícios físicos simples, por exemplo. É comum que o período de isolamento faça com que as pessoas fiquem mais sentadas ou deitadas dentro de casa, por isso é importante fazer esse esforço.

Vale lembrar que a recomendação é evitar aglomerações durante o período de pandemia. Por essa razão, tente adaptar os exercícios físicos ao ambiente fechado.

Vimos que a vontade de estudar pode ser estimulada quando outras áreas da vida estão organizadas, como os cuidados com a alimentação, um cronograma para as atividades diárias, a rotina de exercícios etc. É importante manter a confiança nos estudos, pois o período de isolamento social está no fim e não podemos sacrificar um ano letivo por isso.

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